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Em abril, poder de compra para suinocultores de MS teve recuperação de 1,9%

Preço do suíno vivo em abril caiu 3,9% em relação a fevereiro

Elaine Silva
Capital News

 

Divulgação/Asumas

Governo visa moldar modelo de suinocultura em MS

 

Com uma relação de troca entre animal vivo e o milho apresentou recuperação de 1,9% no mês de abril, mesmo com a  alta no custo de produção para a suinocultura em Mato Grosso do Sul. Ainda tendo uma expectativa de que o aumento no consumo interno impacte no preço da carne e melhore gradualmente a relação de troca.  

 

O preço médio do suíno vivo em abril no estado retraiu 3,9% em relação ao mês anterior, cotado a R$ 4,9 o quilo. Considerando o mesmo período de 2019, o valor cotado foi de R$ 3,8 o quilo, variação de 27,2%.

 

Cada um quilo de suíno vivo possibilitou a compra do equivalente a 6,8 quilos do cereal, enquanto no mês de março era de 6,6 quilos, conforme a Famasul. A recuperação  foi resultado de uma queda mais acentuada no preço do milho frente ao preço do suíno, já que ambos caíram. Já o poder de compra está em patamares abaixo dos registrados em 2019. O principal motivo para essa condição é a valorização mais expressiva nos insumos, que impacta na relação de troca. 

 

Em abril de 2020, o preço do farelo de soja foi 47,6% superior ao igual período de 2019. Já o de milho registrou valorização ainda maior, 61,2%. “Diante desse cenário, não se pode gerar expectativas de que a relação de troca em 2020 supere os patamares de 2019”, relata a analista técnica do Sistema Famasul, Eliamar Oliveira. 

 

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