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Quinta-Feira, 28 de Novembro de 2019, 08h:08
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Pecuarista do MS é absolvido em caso do sítio de Lula

José Carlos Bumlai tinha sido acusado de lavagem de dinheiro

Elaine Silva
Capital News

Sylvio Sirangelo/TRF4

TRF4

Julgamento em Porto Alegre aconteceu nesta quarta-feira

A oitava Turma do Tribunal Regional Federal (TRF4), em Porto Alegre, nesta quarta-feira (27), absolveu o pecuarista José Carlos Bumlai e o advogado Roberto Teixeira, acusados de lavagem de dinheiro. Os desembargadores manteve ainda a condenação do empresário Marcelo Odebrecht, por corrupção passiva. Pelo mesmo crime, o proprietário do sítio, Fernando Bittar, teve a condenação mantida, assim como o presidente do Conselho de Administração da construtora, Emílio Odebrecht.

 

Já o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, teve a sua sentença aumentada para 12 anos e 11 meses para 17 anos, um mês e dez dias, em relação ao processo do sítio em Atibaia. 

 

Caso 

Arquivo/Agência Brasil

José Carlos Bumlai

José Carlos Bumlai

Bumlai e o advogado Roberto Teixeira, acusados de lavagem de dinheiro. Segundo a operação denominada Lava Jato apontou que o sítio passou por três reformas: uma sob comando do pecuarista José Carlos Bumlai, no valor de R$ 150 mil, outra da Odebrecht, de R$ 700 mil, e uma terceira reforma na cozinha, pela OAS, de R$ 170 mil. Total de R$ 1,02 milhão gastos pelos acusados.

 

Os pagamentos tiveram relação com negócios na Petrobras e os caixas de propinas acertados entre as empreiteiras e o PT.

 

Para o relator do o relator do processo, desembargador João Pedro Gebran Neto, “pouco importa a questão da propriedade do sítio de Atibaia”, já que, segundo ele, Lula usava o imóvel e solicitava melhorias.

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