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Quinta-Feira, 22 de Agosto de 2019, 16h:58
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O 2º Fórum Permanente de Segurança na Fronteira aconteceu nesta quinta-feira

O evento será encerrado com palestra do secretário estadual de Justiça e Segurança

Adriana Ximenes
Capital News

Divulgação/ Portal MS

O 2º Fórum Permanente de Segurança na Fronteira aconteceu nesta quinta-feira

O presidente da OAB/MS Mansur Karmouche defendeu a criação de um Centro de Inteligência em MS

O presidente da OAB/MS Mansur Karmouche, defendeu a criação de um Centro de Inteligência em Mato Grosso do Sul, durante a abertura do 2º Fórum Permanente de Segurança na Fronteira, no auditório da Ordem em Campo Grande, na manhã desta quinta-feira (22).

 

Para Mansur, é preciso voltar os olhos para a segurança pública em Mato Grosso do Sul, pelo Governo Federal, porque o que passa por aqui é o que entra para o resto do país, enfatizou, referindo-se ao tráfico de drogas e armas e o contrabando. Na ocasião o presidente da OAB/MS relatou que se não fosse a atuação das unidades de segurança do Estado, a sensação de insegurança seria muito maior. 

 

O evento prossegue durante todo o dia e será encerrado com palestra do secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, que representa o governador Reinaldo Azambuja. Videira fará uma explanação sobre como o desenvolvimento sustentável é uma importante ferramenta de gestão pública para combater a violência na fronteira.

 

Participam do Fórum também os representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Eduardo Maia Bettine, coordenador-Geral de Fronteiras e Mário Robson, coordenador do Arco Central da Coordenação-Geral de Fronteiras e Polícia Federal, o cônsul do Paraguai, Ricardo Caballero, o consultor da Organização das Nações Unidas (ONU), general Carlos Alberto Santos Cruz, superintendente Regional da Polícia Federal no MS, Cléo Mazzotti; superintendente da PRF no Estado, Luiz Alexandre Gomes da Silva, e o delegado da Receita Federal no MS, Edson Ishikawa.

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, João Carlos Polidoro, falou na abertura sobre o problema do contrabando produtos pela fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia, citando como exemplo o cigarro. Ele disse, porém, que levantamento feito aponta que a lista de contrabando é muito maior, como cosméticos, medicamentos e eletrônicos.

 

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