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Segunda-Feira, 04 de Julho de 2022, 12h:14
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Vacinas da gripe e covid-19 seguem disponíveis nas unidades de saúde

Vacina da gripe está disponível para toda a população a partir dos seis meses de idade

Iury de Oliveira
Capital News

Divulgação/Pefeitura de Campo Grande

toda a população a partir dos seis meses de idade

Mulher sendo vacinada

 

As vacinas contra a Covid-19 e a Gripe seguem disponíveis nas unidades básicas e de saúde da família. O atendimento acontece durante todo dia, seguindo o horário de funcionamento de cada local. 

 

Quem tem cinco anos ou mais e ainda não tomou nenhuma das doses do imunizante contra a Covid-19 deve procurar as unidades referenciadas, assim como quem já cumpriu o período de intervalo recomendado pelos fabricantes das vacinas e ainda não receberam a segunda dose. 

 

O primeiro reforço está disponível para toda a população que tenha 12 anos ou mais e que concluiu o ciclo primário de vacinas há pelo menos quatro meses, com exceção de pessoas que tenham algum imunocomprometimento grave, para este público o intervalo é de 28 dias. 

 

Quem tem 40 anos ou mais, trabalha na área da saúde ou tenha a partir de 18 anos e algum imunocomprometimento grave já está apto para receber o segundo reforço, para isso é necessário ter tomado a terceira dose há pelo menos quatro meses. 

 

Vacina contra Gripe 

A vacina contra Influenza, que protege contra os vírus H1N1, H2N3 e Influenza B, sendo todos eles as cepas que estão circulando no momento. O imunizante está disponível para toda a população a partir dos seis meses de idade. 

 

Ela pode ser aplicada em todas as unidades de saúde da cidade, obedecendo os horários de funcionamento das salas que ministram as doses, normalmente entre 7h30 e 11h e das 13h às 16h45. Nas unidades que têm horário estendido, a sala de vacina também tem o atendimento ampliado. 

 

Somente neste ano, Campo Grande registrou 37 óbitos por Influenza durante um surto atípico da doença que aconteceu em janeiro. Para o secretário municipal de saúde, José Mauro Filho, a baixa cobertura da vacina é preocupante. “A vacina protege justamente contra os vírus que estão circulando e quanto menos pessoas protegidas, maiores os riscos de desenvolverem formas graves da doença”, alerta. 

 

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