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Bolsonaro venceria todos adversários hoje, menos Sérgio Moro diz pesquisa FBS/Veja

Por Marco Eusébio

Da coluna Entrelinhas da Notícia
Artigo de responsabilidade do autor

Carolina Antunes/PR

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Pesquisa da FSB divulgada pela Veja diz que só Sérgio Moro aparece na frente em empate técnico com Bolsonaro

Se a eleição presidencial de 2022 fosse hoje, o presidente Jair Bolsonaro ganharia dos principais nomes cotados para a disputa, menos seu ministro da Justiça Sérgio Moro diz pesquisa da FSB divulgada ontem pela revista Veja. O levantamento mostra que Bolsonaro ampliou a vantagem para os possíveis concorrentes num primeiro turno oscilando de 33% na pesquisa anterior em dezembro para 37% agora, enquanto os demais recuaram na mesma margem. Mostra ainda que Lula, que não pode ser candidato pela Lei da Ficha Limpa, ainda é o nome mais forte da esquerda; e que sem Moro e o petista na disputa, Luciano Huck teria chance de ir ao segundo turno.

NO CENÁRIO de primeiro turno sem Lula e Moro, Bolsonaro lidera com 37%. Depois dele, aparecem em um empate técnico Fernando Haddad (PT) com 13%, Luciano Huck (sem partido) com 12% e Ciro Gomes (PDT) com 11%. Mais distantes e também técnicamente empatados aparecem João Amoêdo (Novo) com 4% e João Doria (PSDB) com 3%. Com Lula na disputa, Bolsonaro cai de 37% para 31% e fica só 3 pontos à frente do petista, com 28%, também em empate técnico. Em dezembro, o cenário era parecido: Bolsonaro 32% e Lula 29%.

EM UM SEGUNDO TURNO, Bolsonaro venceria Lula por 45% a 40%, Haddad por 51% a 33%, Doria por 50% a 25% e Huck por 45% a 37%. Só Moro aparece um pouco à frente de Bolsonaro (39% contra 37%) em outro empate técnico. A FSB ouviu 2 mil pessoas por telefone do dia 7 ao dia 10 deste mês e a margem de erro é de dois pontos para ou para menos, diz a revista Veja.

 

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Brasil tem queda recorde de homicídios

Foto Antônio Cruz/ABr com imagem G1/Reprodução

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No primeiro ano de Moro como ministro, Brasil registrou em 2019 menor número de homicídios da série histórica

O Brasil registrou queda recorde de 19% no número de assassinatos em 2019 comparados aos de 2018. Foram 41.635 homicídios no país no ano passado – quase 10 mil casos a menos do que os 51.558 do ano anterior. É o menor número anual de crimes violentos de toda a série histórica medida desde 2007 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, conforme o site G1. "Parabéns a todas as forças de segurança federais, estaduais e municipais. Vamos trabalhar duro e juntos para melhorar", escreveu Sérgio Moro no Twitter ao reproduzir a notícia relacionada ao seu primeiro ano como ministro da Justiça e Segurança Pública. O presidente Jair Bolsonaro escreveu na rede social: "O Brasil segue caminhando no rumo certo!".

 

 

 

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Após ataque de deputado, Moro lembra que PSOL rejeitou leis de combate ao crime

Cleia Viana/Agência Câmara

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Após ser atacado na Câmara, Moro afirmou que 'PSOL, de Freixo/Glauber, foi contra todas' medidas de combate ao crime

Depois de voltar a ser atacado pelo deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) que o chamou na quarta (12) de "capanga da milícia e capanga da família Bolsonaro" durante audiência pública na Câmara, e rebater dizendo que o psolista é "desqualificado" para a função parlamentar (leia aqui), o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) lembrou quinta no Twitter que o PSOL votou contra seu pacote com medidas contra milícias e o crime organizado em geral: "Não gosto deste jogopolitico. Mas verdades precisam ser ditas. No projeto de lei anticrime, propusemos que milícias fossem qualificadas expressamente como organizações criminosas. Propusemos várias outras medidas contra crime organizado. O PSOL, de Freixo/Glauber, foi contra todas elas", afirmou.

 

 

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Bolsonaro: 'Quem é essa porcaria chamada Greenpeace? Isso é um lixo' - vídeo

Antônio Cruz/Agência Brasil

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Bolsonaro ao falar com jornalistas na saída do Alvorada hoje: 'Quem é essa porcaria chamada Greenpeace? Isso é um lixo'

Ao ser questionado na quinta (13) na saída do Alvorada sobre nota da ONG ambientalita internacional Greenpeace criticando o Conselho Nacional da Amazônia Legal integrado pelo vice-presidente Hamilton Mourão e por 14 ministros, recém-criado por seu governo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou a jornalistas: "Quem é Greenpeace? Quem é essa porcaria chamada Greenpeace? Isso é um lixo". Sobre críticas a não participação de governadores no conselho, Bolsonaro emendou: "Se você quiser que eu bote governadores, secretários de grandes cidades, vai ter 200 caras. Sabe o que vai resolver? Nada! Tem bastante ministro. Nós não vamos tomar decisões sobre estados da Amazônia sem conversar com governador, com a bancada do estado. Se botar muita gente, é passagem aérea, hospedagem, uma despesa enorme, e não resolve nada", acrescentou Bolsonaro, que depois postou no Twitter o vídeo abaixo de sua conversa com a imprensa, quando também falou sobre outros assuntos. O Greenpeace, que havia acusado o governo de "desmonte dos órgãos de proteção e fiscalização ambiental, que resultou num aumento do desmatamento em 30%, na queima da floresta" e disse que o conselho recém-criado é uma "verdadeira soma de zeros", divulgou nova nota hoje lamentando que o presidente "apresente uma postura tão incondizente com o cargo que ocupa".

 

 

 

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