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Envolvidos na morte de jovem em lava-jato responderão por homicídio doloso

Inquérito foi encaminhado ao TJ pelo Procurador-geral da justiça, para promotor, dono e funcionário do lava-jato assumiram risco de matar

Flavia Andrade
Capital News

Deurico Ramos/Capital News

Lava jato onde adolescente foi ferido com mangueira fica parcialmente destruído após incêndio

dono e funcionário serão julgados por homicídio doloso

Nesta sexta-feira (17), o procurador-geral de justiça, Paulo Cezar dos Passos, encaminhou ao Tribunal de Justiça o inquérito que apura a morte de Wesner Moreira da Silva, 17 anos, o qual foi gravemente agredido dentro de um lava-jato na Capital, no dia 10 de fevereiro. Procurador pede a condenação do dono do lava-jato, Thiago Demarco Sena, e do funcionário William Henrique Larrea por homicídio doloso. 

 

De acordo com procurador-geral de justiça, Paulo Cezar dos Passos, “Para que o promotor de Justiça ofereça denúncia, oficie, para punir, acusar e qualificar a conduta como de homicídio doloso, ou seja, com intenção ou com risco de causar o evento morte. Para que seja julgado diante do Tribunal do Juri de Campo Grande”, pontuou procurador. 

 

O procurador-geral levou em conta as provas e a declaração de Wesner, que antes de morrer disse que a agressão no lava-jato não foi uma brincadeira. Segundo o entendimento de Passos, os suspeitos tiveram a intenção de cometer o crime e assumiram os riscos.

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