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Sexta-Feira, 07 de Junho de 2019, 10h:02
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Estudo aponta que usinas do MS podem gerar energia para 1 milhão de pessoas

Com as Pequenas Centrais Hidrelétricas, Estado pode receber investimentos privados que totalizam R$ 1 bilhão

Paula Navarro
Capital News

Chico Ribeiro/Portal MS

usina ms

Jaime Verruck, Reinaldo Azambuja e André Pepitone trataram do estudo nesta quinta-feira

 

Sete pontos da bacia do Rio Pardo, na região do Mato Grosso do Sul, apresentaram suficiência para fornecer energia elétrica para uma população de um milhão de pessoas. O mapeamento foi realizado pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) em conjunto com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que identificou as regiões onde podem ser construídas as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), com capacidade de geração de energia de 130 megawatts (MW).

 

Conforme  informações da subsecretaria de Comunicação (Subcom) do Estado, o “Inventário Participativo do Potencial Hidrelétrico do Rio Pardo” sinaliza que as PCHs podem ser instaladas nos sete pontos mapeados, sem oferecer danos ambientais. O estudo é inédito no país e se configura como uma nova dinâmica na relação dos setores elétrico e ambiental, já que dá segurança jurídica aos investidores do setor elétrico quanto às emissões de licenças ambientais. 

 

O inventário prevê a instalação de centrais hidrelétricas nos seguintes pontos da bacia do Rio Pardo: Barreiro, São Sebastião, Cachoeira Branca, Botas, Recreio Jusante, Ribas e Cervo. Com as novas usinas, Mato Grosso do Sul pode receber investimentos privados que totalizam R$ 1 bilhão. Para o governador, Reinaldo Azambuja, os recursos investidos nessa área significam geração de emprego e aumento da oferta de energia elétrica.

 

O inventário revela ainda que Mato Grosso do Sul pode praticamente dobrar a geração de energia elétrica se os sete novos empreendimentos forem instalados na bacia do Rio Pardo. De acordo com o presidente da Aneel, André Pepitone, o Estado tem praticamente 300 MW de potência instalada. “Com a oferta de outros 130 MW estamos praticamente aumentando em 50% a capacidade de geração hidráulica do Estado”, diz.

 

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